quarta-feira, 22 de abril de 2020

BARBIE FASCISTA, O NOVO MONSTRO DE CURITIBA

 

     Bons os tempos em que a capital paranaense tinha apenas um ser "assustador" criado pelo genial Dalton Trevisan: "O Vampiro de Curitiba". O tempo ( esse "senhor da razão") se encarregou de nos apresentar outros seres apavorantes: Um exemplo é a "Loira Fantasma". Essa habitou o imaginário dos curitibanos nos anos 70... Mas era ficção.
    Agora, a cidade ganha um monstro de carne e osso. E vem com o "pacote completo": Socialite, com uma plástica mal feita (na cara foram passadas várias demãos de botox). Franja, sobrancelhas e cara empinadas. Se os "problemas" fossem apenas esses, ok. Mas é mais feia por dentro do que por fora. Na verdade, é horrorosa: defende o fundamentalismo nazista praticado em larga escala por Adolf Hitler. Ela se diz "empresária" e atende pelo nome de Cristiane.
    Solta da jaula no mundo nas redes sociais, destilou seu veneno contra as pessoas que querem se proteger do coronavírus:
    "As pessoas que não querem sair do confinamento, que não querem trabalhar, fazer a economia girar porque, segundo elas, o mais importante é a vida, marquem ou com um laço vermelho na porta ou quando for sair coloque uma fita vermelha. Aí nós vamos identificar você como pessoa que não quer fazer parte deste grupo que quer trabalhar''. 
    Segundo a "lógica" da Barbie Fascista, essas pessoas que "não querem contribuir" para a economia girar, não teriam direito a assistência alguma, caso ficassem doentes com o vírus.
    Esses "princípios" nazistas da dita cuja são tão estúpidos, que o Museu do Holocausto de Curitiba se manifestou:
     "A identificação de pessoas que ela enxerga como inimigos sociais – os quais, vale frisar, ao optar pelo isolamento social em razão da pandemia de Covid-19, estão seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O uso de "fitas vermelhas" ou afins para identificar cidadãos contrários ao seu ponto de vista, independente do contexto, guarda similaridade com os decretos que impunham a identificação dos judeus por meio de insígnias. Marcar o outro, quem quer que ele seja, é uma forma de estigmatizar, humilhar e retirar da sociedade (e, consequentemente, de seus direitos associados) estas pessoas. No caso dos decretos nazistas, foi um passo importante que levou ao posterior extermínio da população judaica."
    Essa nova "personagem" vem para aumentar a galeria de monstros que a cidade criou: A começar pelo nome insolente de "República de Curitiba". Essa "República" colocou nas ruas seres abjetos. Exemplos: O "Juiz Parcial Falso Super-Homem"....o "Procurador Finório Falso Pastor"...o "Governador Galã de Vila"...e por aí vai.
    Ao ver essa turma toda, dá pra dizer que o "Vampiro de Curitiba" e a "Loira Fantasma" são "amadores" perto de tanta maldade.