É, moçada! Um ex-agente do Mossad (o serviço secreto de Israel) ajudou Flávio Bozonaro (PL) a fugir do Brasil. O dito espião que conseguiu cidadania americana (o que facilitou os trâmites da fuga Brasil-Argentina-Estados Unidos) chegou ao Brasil no dia 19 de outubro, seis dias antes do segundo turno da eleição.
O plano do miliciano para se escafeder já estava pronto há algum tempo. Não é uma coisa que se decide em cima da hora. Tipo ele chega em casa, dá na telha que quer dar no pé e fala pra mulher: "Amor, hoje vamos fugir. Vamos até a Argentina pegar um jatinho e viajar para os EUA".
O tal agente, segundo a CNN Brasil, acompanhou o ignóbil desde Brasília até o embarque no jato Gulfstream G400 da empresa argentina Baires Fly. Entre tantas dúvidas sobre a fuga, uma delas é: Quem pagou os 800 mil reais do aluguel do avião?
Deu no New York Times: O estrategista político Jason Miller, ligado ao presidente Donald Duck "Tramp", teria ajudado a disponibilizar o avião.
Isso quer dizer o quê? Que foi a Casa Branca que pagou o voo? Acho muito pouco provável. O Laranjão já fez bastante em conceder o visto de entrada na Terra do Tio Sam.
Sobre o espião que ajudou na fuga, especialistas lidos e ouvidos pelo Bora Pensar! afirmam: Agentes do Mossad não são como os agentes que aparecem nos filmes. Na vida real, eles se vestem e se comportam como pessoas comuns. Para passarem despercebidos.
Quanto menos características tiverem, melhor para preservar a identidade secreta. Assim torna mais difícil reconhecê-los.
E facilitar a fuga de um pilantra.
* A imagem (ilustrativa) tem o auxílio da I.A.










