É o que mais se ouve no Brasil. E não é de agora, do período eleitoral. Já vem de algum tempo: "Ah, eu não aguento mais polarização!" ... "Ah! O Brasil tá polarizado!" ... "Ah, eu quero uma terceira opção!"....
Sei! Na hora de ir votar, quem a maioria absoluta dos brasileiros escolheu no primeiro turno de 2026? Ou Flávio Bozó (PL) ou Lula (PT). O placar foi bem dividido: 47,03% x 45,16%.
Meio a meio. Mezzo a mezzo.
E não me venham com aquele papinho de que "não tínhamos escolha!" Tinham, sim! Principalmente a galera da direita. Todos os outros candidatos melhores colocados eram da direita, do centro-direita ou da extrema direita. Ou seja, cardápio farto!
O terceiro colocado, Augusto Cury, atenderia bem a esse público de direita que não se considera "radical". Será que esses eleitores leram (!) o programa básico de governo do escritor e psiquiatra? Em linhas gerais era:
Liberalismo econômico, empreendedorismo, valorização da produção, meritocracia (eita!), direitos humanos, educação de qualidade, saúde mental e combate à violência contra a mulher e à fome.
Ele é filiado ao partido Avante. Cury rejeita a polarização entre esquerda e direita. Se diz de centro. Taí, não é o que o eleitor brasileiro tanto fala que tanto quer? Mas... será???
A propósito: Agora, na dita polarização, o Brasil se vê numa situação muito mais perigosa do que se imagina. A disputa no segundo turno vai ser entre civilização ( o campo democrático que vai da esquerda, passa pelo centro e chega ao centro-direita) e a barbárie ( o clã miliciano que já tentou dar um golpe contra o estado democrático de direito).
No segundo turno, pode crer, não vai ser uma escolha difícil.
* A imagem tem o auxílio da I.A.









