segunda-feira, 3 de agosto de 2026

ARGENTINOS 𝗡Ã𝗢 𝗤𝗨𝗘𝗥𝗘𝗠 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗠𝗜𝗟𝗘𝗜...... É O QUE REVELA 𝗣𝗘𝗦𝗤𝗨𝗜𝗦𝗔

                                                



     31 de outubro de 2027. É daqui a um pouco mais de um ano. Mas parece uma eternidade para se livrar do traste. Nessa data vão ocorrer eleições na Argentina e os nossos vizinhos podem se livrar de Javier El Loco Milei. 
    De acordo com pesquisa publicada no jornal Página 12, os argentinos não aguentam mais o sabujo de Donald Duck "Tramp". Nem eles, nem nós. Porque o sujeito quer interferir nas eleições brasileiras, participando de comício do Flávio Bozó (PL) e xingando Lula (PT) e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. 
     O levantamento aponta que 61,9% da população querem um novo governo. Os que desaprovam a gestão de "El Loco" chega a 65%. E 77% não querem  a venda de terras para investidores estrangeiros.
    E no país onde parte da população empobrecida come carne de burro, é natural que a economia seja a grande bronca nacional. 54% dos entrevistados afirmam que a situação econômica está pior do que quando Milei assumiu a presidência em 2023.
    O presidente (que já declarou intenção de disputar a reeleição) diz  que os indicadores econômicos estão "melhorando". O problema é que isso não aparece no dia a dia das pessoas. Ao contrário. O empobrecimento é grande.
    Como vimos, os eleitores argentinos têm uma grande responsabilidade no ano que vem: Mudar o governo. Para melhor.
    Porque, para pior, vai ser difícil.

    * Imagem com o auxílio de I.A.






"𝗢 𝗗𝗜𝗔𝗕𝗢 𝗩𝗘𝗦𝗧𝗘 𝗣𝗥𝗔𝗗𝗔 𝟮" ... E FALA SOBRE A 𝗖𝗥𝗜𝗦𝗘 𝗡𝗢 𝗝𝗢𝗥𝗡𝗔𝗟𝗜𝗦𝗠𝗢

                              



   "Edições impressas estão acabando..." ... "A tendência é cortar salários mais altos de profissionais experientes"... "Os textos bem escritos acabaram.... falta profundidade nos conteúdos". 
    Frases que poderiam ser ditas sobre o jornalismo em Curitiba, no Paraná, no Brasil, na América Latina ou em qualquer outra empresa de mídia do planeta. A nova ordem mundial é trocar qualidade por quantidade. E entenda-se: menos quantidade
    As citações são falas do filme "O Diabo Veste Prada" (2026), direção de David Frankel (que dirigiu, entre outros trabalhos, o sucesso de bilheteira "Marley e Eu ", em 2008, que custou 60 milhões de dólares e teve um faturamento global de 255 milhões de dólares). 
    "O Diabo 2" é continuação de "O Diabo Veste Prada", exatos 20 anos depois. Mesmo diretor e mesmo elenco principal. Com duas décadas entre um e outro - e com as redes sociais, que naquela época não existiam, bombando -  tudo mudou razoavelmente na história. Óbvio, não poderia ser diferente. A revista Runway, dirigida por Miranda Priestly (Meryl Streep) está em crise com a digitalização da imprensa. Pra piorar, a ex-secretária dela, Emily Charlton (Emily Blunt) agora é executiva de uma marca de luxo (Dior) e é quem decide onde a empresa vai anunciar, o que pode ser um problema comercial e editorial para Miranda.
    E depois de sair da revista, investir (e ganhar prêmios!) em jornalismo investigativo, quem está de volta é a repórter Andy Sachs (Anne Hathaway). Aliás, ela é uma defensora convicta do bom jornalismo. Entende que ele pode sobreviver mesmo numa área vista como "fútil" por muita gente: a moda. Na nova empreitada, Andy vai ser editora e responsável, digamos, pela credibilidade da publicação.
    Claro que não dá pra esquecer do assistente Nigel (Stanley Tucci), um braço direito, ou melhor, uma sombra de Miranda. Personagem muito inteligente e com tiradas irônicas.
    O legal do filme é que o elenco principal consegue manter o "frescor de ideias", apesar de o enredo ser considerado "superficial" por alguns críticos. Mas a química entre Streep, Hathaway, Blunt e Tucci continua funcionando. O "elenco de apoio" (os coadjuvantes) é luxo (fazendo um trocadilho com moda...): Kenneth Branagh e Lucy Liu entre outros.
    Curioso que Miranda (que no primeiro filme era o capiroto em pessoa...) agora está, digamos, mais contida, mais politicamente correta (do jeito dela...). Nas reuniões de pauta, tem o acompanhamento de uma assessora só para corrigi-la quando comete alguns "deslizes" preconceituosos.
    Bora lembrar que o filme não foi feito só para jornalistas. É para o público em geral (constatação genial essa minha...). Acredito que, por isso, não se aprofunda mais nas questões da crise no jornalismo. Mas as principais preocupações estão lá: Os impressos praticamente acabaram; as verbas de publicidade quase sumiram por completo; as redes sociais dominam; e os "influenciadores" ganharam muito mais espaço na divisão dessa grana toda.
    Se o Jornalismo vai mal, o cinema não tem do que reclamar: O filme custou cerca de 100 milhões de dólares e faturou 670 milhões de dólares globalmente nas salas de exibição. E agora ainda tem o streaming...
    E será que teremos "O Diabo Veste Prada 3"?  Se tivermos, espero que não leve mais 20 anos para ser produzido.  Poderia ser no máximo, quem sabe, daqui a uns 5 anos, se todas as agendas baterem... e olhe que, agora, com a velocidade do mundo, 5 anos já é uma eternidade...
    O principal, se sair, realmente, uma trilogia, que até lá o bom e velho jornalismo profissional não tenha acabado...
    Mas vai ter a continuidade? Não tenho a menor ideia.
    O que sei é que podemos ter uma pista na fala final entre Miranda e Andy.
    Andy: "Mais alguma coisa?"
    Miranda: "Por enquanto, não!"

    * O filme está disponível no Disney +

    * A imagem teve o auxílio da I.A.
    



segunda-feira, 13 de julho de 2026

𝐅É𝐑𝐈𝐀𝐒! MAS PASSAM RÁPIDO!!! ATÉ 𝐀𝐆𝐎𝐒𝐓𝐎...

 



Imagem com auxílio de I.A.

SÓ PARA QUEM ACREDITA EM 𝐀𝐋𝐆𝐔𝐌 𝐓𝐈𝐏𝐎 𝐃𝐄 𝐌Á𝐆𝐈𝐂𝐀

 


(QUEEN - "A Kind of Magic")

1986 - Composição: Roger Taylor

𝐁𝐎𝐍𝐈: "JORNALISMO NÃO É DESPESA. É 𝐈𝐍𝐕𝐄𝐒𝐓𝐈𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 𝐄𝐌 𝐂𝐑𝐄𝐃𝐈𝐁𝐈𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄"

                                                          



   

        Acredito que a pessoa que mais entende de televisão no Brasil se chama José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, 90 anos. Ele é autor de um dos melhores (maiores) conceitos do meio da comunicação: 
    "Jornalismo não é despesa. Jornalismo é investimento em credibilidade".
    Para os distraídos que estão apenas de passagem, eis o sentido: empresário que pretende ter jornalismo na sua programação (se for TV, rádio ou, agora, YouTube, por exemplo) precisa entender que o jornalismo é uma atividade que dá muita despesa e um retorno incerto. Isso se pensar apenas em dinheiro, em faturar, em ter lucro. Mas é uma área que traz para a companhia, algo que nenhuma outra dá: credibilidade. 
    E é através da credibilidade do jornalismo que a empresa se torna confiável na praça e abre espaço para outros setores como a produção - que faz séries, filmes, documentários, novelas, futebol. Esse sim são setores responsáveis por trazer dinheiro para o caixa e pagar os boletos do fim do mês.
    Escrevo isso para lembrar (quem sou eu...) aqueles que são PHDs em Administração, em Economia, em Engenharia (financeira?), em Marketing... que o caminho "mais fácil" não é mandar embora os mais "caros" e melhores pra ficar com os "mais baratos".  No jornalismo (sim é uma atividade à parte na sociedade...) qual seria o conceito de "caro" para ser demitido? E deixando de pagar um salário "alto" (oi?) a companhia pode ter prejuízo em vez de lucro. 
    Sei que a cabeça do empresário brasileiro (em sua maioria) pensa diferente. Seja ele um industrial, um agropecuarista, um grande comerciante ou um banqueiro. A ordem sempre é: "Corte custos! Vai pelo mais fácil! Mande embora!". 
    É o chamado "capitalismo à brasileira": O lucro é meu. O desemprego é teu!
    É mais fácil mandar embora do que "diminuir" - um pouquinho que seja -  a vida de luxo, né?
    Sim! jornalismo não se faz só com algo que até rima: idealismo
    É preciso pagar as contas. Buscar meios de financiamentos (desde que com fontes lícitas que não tragam destruição para a sociedade), para pagar o que se deve. Óbvio, não se vive só de vento.
    Boa sorte aos que perdem empregos pela ganância e ignorância administrativa dos patrões.
    Mas... lembremos o nosso admirável Boni, nesse conceito:
    "Jornalismo não é despesa. Jornalismo é investimento em credibilidade".

    * A imagem tem o auxílio da I.A.
    
    





LUTO NO CINEMA: MORRE 𝐒𝐀𝐌 𝐍𝐄𝐈𝐋𝐋

    



    Morreu aos 78 anos, o ator Sam Neill que ficou conhecido do grande público com o filme "Jurassic Park". Ele estava em Sydney, Austrália. Segundo a família, "a morte foi repentina". Neill estava internado num hospital da cidade. Há pouco tempo, o ator declarou que estava recuperado de um câncer que tratou por 5 anos. 
    Sam Neill participou de aproximadamente 50 filmes. Em Jurassic Park, produção que lhe deu projeção mundial, em 1993, foi o doutor Alan Grant. Nascido na Irlanda do Norte, mudou, ainda criança, para a Nova Zelândia. No cinema, foi considerado um dos atores mais versáteis da geração dele. 
    Entre os filmes mais importantes que fez, além de Jurassic Park (ao qual retornou em 2022 no mesmo papel), trabalhou em outros sucessos da telona:  "Terror a Bordo" (1989); "A Caçada ao Outubro Vermelho" (1990); "O Piano" (1993); "À Beira da Loucura" (1994); "O Enigma do Horizonte" (1997); "Thor: Amor e Trovão" (2022).
    Na década de 1980, quase interpretou o agente James Bond.  Disse que chegou a fazer teste para o papel, mas que se sentiu desconfortável e que não tinha real interesse: "Você nunca quer ser o Bond que ninguém gosta".
    







  • domingo, 12 de julho de 2026

    JORGE JESUS "𝐍𝐀 𝐋𝐀𝐓𝐀" PARA NEYMAR: "𝑽𝑶𝑪Ê 𝑨𝑪𝑨𝑩𝑶𝑼 𝑷𝑨𝑹𝑨 𝑶 𝑭𝑼𝑻𝑬𝑩𝑶𝑳!"

       



       Novo treinador da seleção de Portugal, Jorge Jesus lembra a conversa que teve com o Menino Ney quando estavam juntos no Al-Hilal. Disse que não tinha mais condições de utilizá-lo, por cauda das (más) condições físicas do jogador. O técnico decidiu não inscrever o Menino no Sauditão devido ao limite de estrangeiros. Aí, falou "na lata", para o Ney Boy:
        "Você acabou!"
        Depois dessa, o Menino Ney pegou a trouxinha e veio para o Santos. No Brasil, "se preparou" para ser convocado por Carlo Ancelotti.
        Na apresentação como técnico da seleção portuguesa, JJ traçou um comparativo curioso com Cristiano Ronaldo, 41 anos, que declarou que está deixando o selecionado.

         "Ainda não falei com o Cris. Nunca vai ser um problema para a Seleção nem para mim. Cada um pensa como quiser. Quando tiver de tomar alguma decisão, vou falar com ele.[...]  Ele é um símbolo do futebol português, da seleção, de Portugal.[...]  Se estiver jogando e tiver condições para jogar, se for selecionável, vou convocá-lo, dentro do limite e das condições que achar melhores para a seleção."

        Enquanto isso... o Menino Ney está "muito preocupado" com a eliminação do Brasil da Copa. Foi visto brincando num parque da Disney em Orlando e disputando um Mundial de... Pôquer em Las Vegas.

        * A imagem (meramente ilustrativa) tem o auxílio da I.A.





    𝐂𝐎𝐏𝐀 𝟐𝟎𝟐𝟔: ARGENTINA X INGLATERRA, UM CONFRONTO MARCADO PELA 𝐆𝐔𝐄𝐑𝐑𝐀 𝐃𝐀𝐒 𝐌𝐀𝐋𝐕𝐈𝐍𝐀𝐒

      




          Impossível ("repita!") impossível não lembrar da Guerra das Malvinas quando a gente vê que Argentina e Inglaterra vão se enfrentar no futebol. Em verdade, o esporte não deve (não deveria...) ter nada a ver com confrontos geopolíticos. Mas isso é ser humano. Por  mais que, dentro das 4 linhas, o que deve prevalecer é o fair play, a memória de um campo de batalha sempre vem à mente.
        A Guerra das Malvinas foi em 1982. As duas seleções se encontraram, pela primeira vez, depois do conflito, na Copa do Mundo de 1986 no México. E foi um daqueles jogos pra entrar para a história.  Por dois motivos: Os dois gols da vitória dos argentinos por 2 a 1. Um foi o famoso gol que o próprio Diego Maradona chamou de "La Mano de Dios".  Feito com a mão pelo então camisa 10. 
        Outro motivo foi um golaço também de Dieguito. Ele driblou meio time inglês antes de mandar a bola pra rede.  No documentário da ESPN, "O Dia que Diego Maradona retornou para o Azteca" ele afirma que aquela partida era "apenas futebol" e não teve nada a ver com as Malvinas. Nesse jogo, na década de 80, a Argentina eliminou a Inglaterra nas quartas de final.
        As duas seleções  voltaram a se enfrentar num amistoso  em 1991 no estádio de Wembley, em Londres. Resultado: 2 a 2.
        Em 1998, pelas oitavas de final da  Copa da França, empate no tempo normal também em 2 a 2.  A Argentina venceu nos pênaltis por 4 a 3. 
        Em 2000, novo amistoso em Wembley. Placar de 0 a 0.
        Na Copa do Mundo de 2002, a Inglaterra venceu por 1 a 0 e ajudou a eliminar a Argentina ainda na fase de grupos.
        Em 2005, em Genebra, na Suíça, em outro amistoso, vitória dos ingleses por 3 a 2. 
        Chegamos a 2026. Semifinal. Do lado inglês, teremos o artilheiro Harry Kane. Do lado argentino, o genial Lionel Messi que, aos 39 anos, vai se despedindo das Copas do Mundo.
        E, depois da Guerra das Malvinas, há um absoluto empate de resultados entre a Argentina e Inglaterra. Em seis jogos, dois empates e duas vitórias para cada lado.

    𝐂𝐎𝐏𝐀 𝟐𝟎𝟐𝟔: TÉCNICO EXPLICA POR QUE 𝐓𝐈𝐑𝐎𝐔 𝐇𝐀𝐀𝐋𝐀𝐍𝐃 CONTRA A INGLATERRA

       



         "Não foi uma decisão difícil, porque ele estava acabado. Talvez tivesse que ter tirado ele uns minutos antes. Foi uma competição incrível dele, que mostrou seu poder jogo após jogo. Haaland também teve a questão da perna no segundo tempo, o que se acrescenta com a questão da fadiga. Ele fez tudo que pôde. Marcou sete gols em cinco jogos, o que é incrível".
     
                                        Stale Solbakken, treinador da Noruega

        A seleção da Noruega foi eliminada pela Inglaterra na prorrogação. No tempo normal, 1 A 1. No tempo extra, os ingleses voltaram a marcar. Final, 2 a 1. Halland não marcou nesse jogo. O atacante norueguês está com 25 anos. Deve ter, ainda, pelo menos mais duas copas para disputar.

        * A imagem tem o auxílio da I.A.

                     





    sábado, 11 de julho de 2026

    𝐂𝐎𝐏𝐀 𝟐𝟎𝟐𝟔: JORNALISTA DIZ QUE ANCELOTTI É " APENAS UMA 𝐆𝐑𝐈𝐅𝐄 𝐅𝐎𝐑𝐀 𝐃𝐄 𝐌𝐎𝐃𝐀 "

       



        "O Ancelotti na seleção brasileira até agora nada mais é do que uma grife fora de moda. Porque ele não fez nada. O trabalho dele é pífio. Apenas isso. Não só por ter feito essa composição patética e colocado o Neymar na hora que ele colocou. Mas por tudo. O time do Brasil é mal treinado. Foi um time mal trabalhado na Copa do Mundo. Mas ele é uma grife, então existe um certo pudor de falar. Ele não fez melhor do que um técnico brasileiro faria. Não fez melhor."

        Trecho da fala do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL.

        * Imagem criada com auxílio da I.A.