O financiamento para o filme (oi?) Dark Horse (o já famoso "Pangaré Sombrio") está sendo investigado em "pontos de apuração" pela Polícia Federal. São 5 "eixos":
Fonte do dinheiro; o papel dos personagens (aqui da vida real sem trocadilho...) ligados à produção; a participação da Entre Investimentos em envio de dinheiro para o exterior; identificação dos beneficiários finais de fundos nos Estados Unidos (seria, por exemplo, o Dudu Bananinha? Aqui é dúvida, pergunta, não acusação...); e a obtenção de documentos sobre contratos e pagamentos.
Bora lembrar e dar crédito: Toda a investigação só veio à tona (e está mostrando quem é quem na fila do pão...) depois que o Intercept Brasil divulgou conversas entre o senador e candidato à Presidência, Flávio Bozonaro (PL/RJ), e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, hoje preso em Brasília.
Recordemos uma frase que resume bem a relação de Flávio com o bandido:
Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente".
Quem disse essas palavras não fui eu nem você. Quem chamou Vorcaro de irmão foi Flávio.
Nessa sexta-feira, 11, a retirada de sigilo de documentos mostra que Flávio Bozonaro teria negociado o repasse de cerca de 134 milhões de reais do Master, na época, para bancar o filme.
O financiamento de "Dark Horse" é alvo de dois inquéritos no STF. Um está sob a relatoria de André Mendonça e apura repasses feitos por Vorcaro. Os federais suspeitam que parte de toda a grana não tenha sido destinada para o filme. Aqui, Flávio Bozonaro aparece na lista de investigados.
O segundo é relatado por Flávio Dino e investiga se a Go Up Entertainment usou emendas parlamentares para bancar a produção.
* A imagem tem o auxílio da I.A.