A CBF S/A não está errada. No mundo de negócios, o futebol se transformou num grande investimento. E é preciso aplicar e valorizar os chamados "ativos "(como se diz nas grandes corporações) que trazem muito (muito) dinheiro.
E a Confederação Brasileira de Futebol se transformou numa megaorganização que fatura - literalmente - bilhões. De acordo com o último balanço divulgado, em referência a 2025, a receita líquida da confederação chegou a 1,1 bilhão de reais. Para o ano da Copa (que pra nós já era...) a previsão do orçamento é de 2,7 bilhões de reais.
De onde vem tanta grana? Principalmente dos contratos caríssimos de direitos de transmissão e comerciais. E tem um time de patrocinadores que colocam muito dinheiro nesse negócio: Amazon, Ambev, Azul Linhas Aéreas, Cimed, iFood, Itaú, Google, Nike, Vivo e Volkswagen.
Por falar em "time", o principal jogador dessa seleção de empresas é [ ou era até essa Copa...] o Menino Ney, que atrai público, audiência e lucros... Ele se tornou, também, uma "empresa", a Neymar S/A. Sozinho, TEM MAIS PATROCINADORES do que a CBF. São aproximadamente 20 anunciantes que incluem, por exemplo: Puma, Mercado Livre, Red Bull, Bet Blaze, Viva Sorte, Lavitan, Canção, Aiwa, Pley by Ney e Loovi.
No campo dos negócios, a sociedade CBF-Menino Ney deu muito lucro. Mas deu ruim no campo do futebol. Ficou claro que é um ex-jogador que não consegue se manter em atividade. Isso com "apenas" 34 anos. Se a gente lembrar que Messi tem 39 e Cristiano Ronaldo, 41...
Mas o Menino não mostrou nada na Copa? Mostrou que é um ótimo... homem de negócios. E, agora, sem a seleção, vai fazer de tudo pra se manter em evidência. Tipo: "virar" comentarista? Apresentador? Vai ter um podcast? Se dedicar 100% a ser criador de conteúdo digital?
A bola gira, o mundo gira e as empresas CBF S/A e Neymar S/A não podem deixar de ganhar dinheiro.
A vida é cara.
* Imagem criada com auxílio da I.A.









