“Quem tem medo da Polícia Federal? Quem chamou a Polícia Federal e exigiu que colocasse um colega na colaboração premiada?” Moraes atacando Mendonça.
“Não tem nenhum documento apócrifo, todos sabem o que é um relatório de inteligência. Os relatórios de inteligência estavam registrados, é só pegar o registro, quem fez, e vamos chamar aqui nesse STF, além de advogados que já se colocaram à disposição”. Prosseguiu Moraes.
“Qualquer cidadão que tem o mínimo de noção do que significa a PF, que é um órgão armado, submetido à hierarquia, não faria o afastamento do diretor-geral. É como afastar o diretor da Nasa, ou tirar o comandante do Exército”. Gilmar também "detonando" a estratégia de Mendonça.
“A Segunda Turma percebeu uma série de desvios de finalidade na atuação do diretor-geral da Polícia Federal”. Fux em defesa de Mendonça.
“Nunca se imaginou a polícia peitar um ministro do Supremo Federal. E era isso que estava acontecendo, sem prejuízo de ela instrumentalizar posições”. Fux.
"Submeter uma instituição que já vive todos os problemas que tem a este tipo de vexame é de uma falta de emoção, de uma gravidade que eu jamais vi". Gilmar sobre o afastamento do cargo do diretor-geral da PF.
"Há um inequívoco viés político-eleitoral na forma como os autos foram conduzidos.[...] "O relator aguardou a chegada do período eleitoral para encomendar relatório que implicaria quem ele desejaria implicar.[...] Até a máfia tem ética. É preciso ter decência. Não se comporta dessa forma. Um tribunal que admite isso já não o delibera com liberdade." Gilmar Mendes.
* A imagem (meramente ilustrativa) tem o auxílio da I.A.










