Mas essa atitude vai deixá-lo numa situação "surreal": A princípio, vai ter dois candidatos ao governo para chamá-los de "seu". Um é o deputado Ratinho Júnior, ex-secretário de estado. Outra pessoa "postulante" ao cargo é a vice Cida.
Como é que vai ficar? Como ele vai se "dividir" na campanha? Vai "fritar o peixe e ficar de olho no gato"? "Acender uma vela pra dois santos"? "Um olho na missa e outro no padre"? Vai "se bandear" para um lado?
Richa saindo do governo abre espaço para dois parentes dele disputarem a eleição: o irmão Pepe deve sair para deputado federal, e o filho Marcelo, para estadual. Aí a chapa pro Legislativo tá completa.
Mas fica aquela dúvida, amigo(a) navegante: Todos os problemas que o governador enfrentou em dois mandatos podem atrapalhá-lo numa possível eleição como senador?
Alguns casos que, com certeza, ele preferiria esquecer:
Funcionalismo: a convivência com os servidores sempre foi "tempestuosa". Beto mexeu na Previdência Estadual.... teve "arrocho salarial"...reajustes sendo "postergados"...
Professores : Além dos "perrengues" acima, também aconteceram: o "massacre do centro-cívico" (mais de 200 feridos pela PM) Obs: governador foi absolvido, pela Justiça, da violência contra os professores...redução de vencimento de professores temporários... bronca na Justiça por causa da "hora-atividade"... ele sempre considerou Educação como "despesa", não como "investimento"...
Universidades: A adesão ao Meta-4. Na marra. Universidades sempre consideraram uma perda de autonomia.
Publicano: os desvios na Receita Estadual. O primo de Beto Richa, Luiz Antoun, afirmou, em delação premiada, que parte do dinheiro foi para a campanha do governador em 2014. Beto sempre negou. Há poucos dias, a Justiça mandou arquivar a acusação porque a delação de Antoun não trazia "informações precisas"...
Quadro Negro: Desvio de aproximadamente 20 milhões de reais que seriam para a construção de escolas. Richa também negou qualquer envolvimento.
Pedágios: o "último grande escândalo".... esquema de propina nos contratos com uma concessionária. A 'bronca" bateu à porta do Palácio Iguaçu. O governador, mais uma vez, negou qualquer participação. Ele não é investigado. Mas mandou demitir um assessor direto que estava atolado até o pescoço na lama de algumas estradas pedagiadas.
Com tudo isso, Beto chegou a afirmar um dia: "O melhor está por vir"...
Seria a candidatura dele ao Senado? Ou seria a saída do goverrno?
ESSE É O "CHOQUE DE GESTÃO" DO GOVERNO DO PARANÁ?

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