sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

BRASIL: QUANDO A MAIORIA PERDE E A MINORIA VENCE NUMA CPMI

                                                      



        Depois que o couro comeu , com empurrões e sopapos, um grupo de parlamentares da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS foi ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) para pedir que seja anulada a votação de ontem, quinta-feira,26.
    Expliquemos: Apesar de a oposição afirmar que os governistas causaram esse "auê" porque foi aprovada a quebra de sigilo bancário de Lulinha, filho do presidente Lula (PT), a verdade é que, segundo o deputado federal Rogério Correia (PT/MG), a confusão ocorreu porque houve fraude na forma da votação.
    Segundo o deputado Alencar Santana (PT/SP), em entrevista ao ICL, quem teria fraudado a votação foi o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos/MG). De acordo com esse grupo de parlamentares, a votação foi "eivada de vício" que comprometeria a legalidade do processo legislativo e que daria "insegurança jurídica sobre todos os atos subsequentes".
    Não foi votada apenas a quebra de sigilo bancário de Lulinha. No mesmo "pacote" estavam dezenas de requerimentos. São, ao todo, 86. O grupo pede que fosse votada, de forma separada,  cada um dos requerimentos. 
    O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, declarou:
    "Tenho muita tranquilidade que o regimento da Casa foi cumprido e de que nós temos todas as condições para dar sequência aos requerimentos".
    Os governistas afirmam que tinham maioria na votação. Mas dizem que o presidente da CPMI não contou os votos da maneira correta.
    O que nos resta? Nos resta esperar qual vai ser a decisão de Alcolumbre.
    Deus salve o Brasil!