A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) deu ré na ideia de apoiar uma (possível) greve dos caminhoneiros diante de um aumento no preço do diesel. Com o pé no freio, a Confederação vai esperar o resultado da reunião de motoristas de caminhão autônomos nessa quarta-feira, 18, em Santos.
O QUE QUEREM OS PROFISSIONAIS DA BOLEIA?
Desde o fim de fevereiro, o diesel já subiu 18,86%. Motivo: A guerra entre Estados Unidos/Israel e Irã. O conflito fez dar um salto de 42,7% no valor do petróleo.
Os caminhoneiros querem rapidez do governo para conter as chamadas "variações abusivas" no preço. Se depender da CNTTL, os motoristas já deixariam os caminhões parados já nessa semana.
E O GOVERNO?
Semana passada, o governo federal publicou a isenção de impostos e subsídios para tentar segurar o preço. Mas, logo em seguida, a Petrobras aumentou o produto em 11,6%.
"Obrigado", Petrobras pela "ajuda".
* Pelo mesmo motivo os caminhoneiros fizeram uma greve de 10 dias em 2018. Foi durante o governo Temer (MDB).
