Na abertura da 81ª Assembleia-Geral da ONU em Nova York, Lula (PT) falou de soberania e mandou um "direto no queixo" (diplomaticamente...) de Donald Duck "Tramp":
"O Brasil não cabe no quintal de ninguém".
O presidente brasileiro afirmou, no discurso de abertura da Assembleia, que o Poderoso Chefão da Casa Branca não pode interferir no processo eleitoral brasileiro nem deve querer vir meter o bedelho em nossos assuntos:
“Não vamos terceirizar a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo. Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado. Esse é o espírito da proposta que entreguei pessoalmente ao presidente dos Estados Unidos”.
DEMOCRACIA OU EXTREMISMO?
"Somos chamados a optar entre o multilateralismo e o unilateralismo. Democracia ou extremismo? Soberania ou subordinação? Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos. Isso é o que se espera de um estadista".
O PIX É NOSSO !!
"Não vamos ceder às pressões de multinacionais que querem privatizar o nosso pix, uma infraestrutura de pagamentos pública e gratuita que fez da inclusão financeira uma realidade para milhões de brasileiros."
E AS BETS, HEIN?!
"A indústria milionária das bets transforma o vício em lucro, sua disseminação vertiginosa está endividando e destruindo milhões de lares. O Brasil não vai tolerar esse modelo de negócio".
TARIFAÇO E ESCALA 6x1
"Apesar do tarifaço contra nossa economia, este ano bateremos novo recorde de exportações. Ainda há muito a ser feito. O mundo do trabalho está em transformação. Pessoas idosas querem permanecer ativas, jovens desejam empreender, o trabalhador precisa de tempo para descansar, se qualificar e conviver com a família. No Brasil, concretizar esse objetivo passa pelo fim da chamada escala 6x1 para garantir ao trabalhador 2 dias livres por semana."
A GRANDE FALHA DA ONU
"Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna, em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel".









