A maior parte da nova Câmara Federal vai ser formada por conservadores e ultraconservadores. Mas não é terra arrasada (eita, lá vem o bordão...). A bancada progressista é menor, mas vem forte. Com nomes representativos em todas as regiões e em alguns estados.
Começamos com Renato Freitas que fez 115.227 votos. E ele é um sobrevivente no sistema político. Tentaram cassá-lo duas (!) vezes e resistiu. Ana Júlia com 184.691 votos e Carol Dartora conseguiu 101.823 votos. Os três do Paraná. Os três do PT.
Em Pernambuco, Jones Manoel (PSOL) conquistou 249.077 votos.
Natália Bonavides (PT), no Rio Grande do Norte, conseguiu 215.509 votos. A maior votação do estado.
No Rio Grande do Sul, com 173.788 votos, Maria do Rosário foi reeleita pelo PT.
Giovana Mondardo (PCdoB) recebeu 114.792 votos em Santa Catarina.
Em Minas Gerais, Pedro Rousseff (sobrinho-neto de Dilma) conquistou 118.567 votos.
Glauber Braga (PSOL) com 86.314 votos; Jandira Feghali (PCdoB) com 74.409 votos; Pastor Henrique Vieira (PSOL) com 77.584 votos; e Lindbergh (PT) com 181.768 representam o Rio de Janeiro.
Em São Paulo, Erika Hilton ( 1.596.383 votos - a mulher mais votada da história da Câmara Federal) Sâmia Bomfim ( 583.107 votos); Natália Boulos, esposa de Guilherme Boulos (114.552 votos) e Sônia Guajajara (54.207 votos), todas do PSOL.
Independentemente quem seja o presidente da República eleito, essa bancada (também com outros parlamentares progressistas) vai ter muito trabalho até 2030...
Todos os deputados federais eleitos em 2026 tomam posse dia 1º de fevereiro de 2027.









