Não era o tipo de atleta/treinador da chamada "geração sapatênis" como muito bem "cunhou" o jornalista José Trajano ao definir os jornalistas que agem assim, com desinteresse pela política no esporte. Bebeto era tão interessado que foi um dos primeiros a se fazer ouvir nas denúncias e críticas contra a corrupção no vôlei, que tanto amava.
Descanse em paz, campeão!

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