Tetracampeã do mundo, seleção que fez história tendo uma das defesas mais sólidas do planeta ( seus técnicos e jogadores têm orgulho em dizer que o selecionado deles começa por uma defensiva sólida). Mas não é isso que tem mostrado nos últimos anos. Até um pouco mais de uma década.
Ao ser eliminada pela Bósnia (na repescagem...) nessa terça-feira, 31, nos pênaltis por 4 a 1 (empate no jogo em 1 a 1), a Itália vai completar 12 anos longe de um Copa do Mundo. Não se classificou para os mundiais de 2018, 2022 e agora 2026.
E a Azurra nem pode reclamar de pressão da torcida adversária. Jogou num estádio acanhado com capacidade para 15 mil pessoas, mas só com 9 mil nas arquibancadas por segurança na limitação.
Classificada, a Bósnia vai entrar no grupo B com o Canadá ("dono da casa"), Catar e Suíça.
Vamos analisar que não está tão difícil assim para os bósnios, né?! Se jogarem direitinho dá pra passar em segundo com os canadenses na frente.
E a Itália? Vai ter, mais uma vez, de se reinventar. O projeto, agora, é para 2030 (!). Pode começar escolhendo um técnico melhor, mais experiente do que o Gattuso.
Não sei porque, nesses 12 anos, a Itália não contratou (será que tentou?) o italiano... Carlo Ancelotti.
