segunda-feira, 6 de abril de 2026

"DIREITA RACHA E ABRE CAMINHO PARA GLEISI NO PARANÁ"

    


    A afirmação é do UOL. O raciocínio é o seguinte: Cristina Graeml se filiou ao PSD e se aproximou politicamente do governador Ratinho Junior, do mesmo partido. Apesar de eles terem sido adversários (!) há pouco tempo, lá em 2024 na eleição para a Prefeitura de Curitiba. Isso fez explodir uma guerra na direita por indicação ao Senado. São duas vagas em 2026. 
    Uma já "seria" de Graeml  - que está próxima, agora, do governador - que preferiu ficar no cargo até o fim do mandato. Segundo a colunista Letícia Casado, a direita tenta unir votos para Filipe Barros (PL) e estaria "guardando" a segunda vaga para Deltan Dallagnol (Novo). Aí só tem um problema legal: Deltan foi considerado inelegível pelo TSE quando cassou o mandato do nobre parlamentar em 2023.
    Nesse "xadrez" partidário, Barros e Dallagnol estariam com Sérgio Moro (PL), pré-candidato a governador.  Graeml seria uma candidata independente no campo da direita? Ou ela teria o apoio do candidato que estiver ligado a Ratinho Jr? É o que parece.
    E é aí que a deputada federal Gleisi Hoffman (PT) entra na história. Pela avaliação do portal de notícias, a direita está "rachada" (teria mais candidatos do que votos...) e isso facilitaria a eleição da petista.
    Mas é bom lembrar que... Gleisi vai compor uma chapa com Requião Filho (PDT) que é pré-candidato a governador. Mas... a esquerda, no Paraná, nunca elegeu um governante. O eleitorado é muito conservador. 
    E como recordar é viver.... Roberto Requião (PDT) perdeu a reeleição para o Senado em 2018 por causa do voto útil do centro-direita contra Beto Richa (PSDB). Nessa de "não vote" no Beto, boa parte do eleitorado acabou escolhendo o professor Oriovisto Guimarães e Flávio Arns. Requião perdeu uma eleição praticamente ganha...





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