A advogada argentina Agostina Páez ficou detida dois meses (parte numa cela e parte fora da cadeia, mas com tornozeleira) no Rio de Janeiro depois de fazer gestos racistas para um empregado de um bar. Só foi liberada depois de pedir desculpas oficialmente/formalmente e pagar multa. Essa semana voltou à Argentina. Mas aí, eis que.... no país dela, o pai da moça repetiu os mesmos gestos racistas. Seria um "protesto" por causa da prisão da filha?
Agostina se apressou em dizer que "repudia" o ato do pai e que não tem "nada a ver com isso".
Será que ela aprendeu a lição?