Pra começar, repito o que escrevi ontem: Teve barulho de tiros, correria, gritaria e um homem preso, suposto responsável pelo suposto atentado ao presidente dos EUA, Donald Duck "Tramp". Dizem que o "caboco" pode até pegar prisão perpétua....
Curiosidade: Em meio ao caos instalado no salão do hotel onde acontecia o ágape, a gravidade da situação era "tão grande" que convidadas e convidados (era um jantar com jornalistas...) ainda tiveram tempo de "celebrar" o momento - alguns com copos de uísque...- e outros levando pra casa garrafas de vinho.
Sim, amiga/amigo! Saquearam o que era servido para a festa no hotel.
Aí você vê que o "medo" com o que acontecia não era tudo aquilo. Era zero!
Os convidados buscaram uma "saída à francesa" num momento de "sobrevivência com classe"?
E também uma "lembrancinha" da festa na qual os anfitriões quase foram "mortos"?
Aí ficam remoendo as dúvidas:
Como o cara ( o "suspeito") meteu um louco e conseguiu entrar correndo no hotel, passando pelo detector de metais, e por tantos agentes armados?
Por que nenhum agente agiu, já que o presidente estava no local?
Por que o sujeito não foi "neutralizado"? Bordão da área de segurança que significa matar...
Por que o sistema de segurança foi tão frágil? Pediam só o convite... não exigiam apresentar carteira de identidade a chamada "I.D.".
Por que os agentes escoltaram, primeiro, o vice-presidente JD Vance, e não o presidente? A autoridade principal deveria ter prioridade.
Tudo isso levante dúvidas sobre a gravidade do que aconteceu.
Sabe o que "Tramp" disse? "Resolvi ficar mais um pouco pra observar o que acontecia".
Ah, tá! Entendi.... então vamos celebrar a vida! brindar com... vinho!
Saúde!
