Tem tanta coisa importante pra discutir sobre o futebol no Brasil (desde a administração dos clubes - agora com as SAFs em alguns times - ; salários milionários para jogadores que não rendem tanto quanto se espera; contratações equivocadas de atletas e de técnicos; ingressos muito caros; calendários malucos ano a ano...) agora um tema que dirigentes trazem a público: A provocação dos adversários ou a comemoração de gols "pegando na genitália". Tirem as crianças da frente do computador: Vamos no popular...balançando o saco!
O assunto ressurgiu no clássico Corinthians x São Paulo. O Timão venceu, em casa, por 3 a 2. Bobadilla fez um dos gols do tricolor. Corintianos afirmam que ele "pegou na região genital" para comemorar e provocar. Mas... o árbitro Anderson Daronco garantiu que o jogador não balançou o Bráulio. O zagueirão não foi punido.
Não é o que pensa o diretor corintiano Marcelo Paz. Pra ele, Bobadilla praticou o gesto e, por isso, deveria ser punido com a expulsão. E justificou: "Ou pode fazer isso, ou a arbitragem errou".
Será que ... chamaram o VAR pra ver se teve o "balanço genital"?
Bora lembrar que dois jogadores do Corinthians, Allan e André, foram expulsos nesse Brasileirão, por balançarem os genitais pra provocar os adversários e foram expulsos. Gestos confirmados pelas imagens.
O que é preciso fazer? Já passou da hora dos clubes chamarem psicólogos para que façam palestras para jogadores, técnicos e dirigentes. Educar essa turma sobre comportamento.
Óbvio que agressão (seja em pontapés, murros, gestos ou palavras...) não deve existir no esporte. E em lugar nenhum.
