Eles tΓͺm poder (leia-se a forΓ§a do dinheiro), aΓ querem passar o trator em cima da jornalistarada. Querem impor suas vontades extremistas e tocam o bonde do terror nos empregados.
Fazem chantagem com empregos e salΓ‘rios. Dizem em quem seria "melhor" votar e afirmam que o futuro da firma "Γ© incerto" se o "frΓ‘vio" nΓ£o vencer.
E nΓ£o Γ© de uma forma "sutil". Mandam os chefetes fazer reuniΓ΅es com a caboclada do "chΓ£o de fΓ‘brica", e ordenam que os mais "experientes" ou que exercem alguma lideranΓ§a na tropa, tentem "convencer" a tigrada que "o que Γ© bom para o patrΓ£o Γ© bom para o empregado".
VocΓͺ que Γ© uma pessoa bem informada (que estudou histΓ³ria...) sabe que a revoluΓ§Γ£o industrial comeΓ§ou na Inglaterra em 1760. Depois dela, as relaΓ§Γ΅es trabalhistas ainda foram complicadas por um bom tempo. Mas... antes, eram beeemmm piores. Eram opressivas. O ambiente era dominado pelo sistema de trabalho forΓ§ado, dependΓͺncia total e servidΓ£o.
Pois Γ© nesse climΓ£o de terror que patrΓ΅es querem que os "colaboradores" sigam a indicaΓ§Γ£o deles para votar. A coisa chegou a tal ponto que a FENAJ (FederaΓ§Γ£o Nacional de Jornalistas) e alguns sindicatos estaduais (como na Bahia e no ParanΓ‘) tiveram que fazer publicaΓ§Γ΅es para dizer o Γ³bvio:
O voto Γ© livre. A escolha Γ© de cada um. Γ crime: ameaΓ§ar, prometer vantagens em troca do voto do trabalhador. O assΓ©dio eleitoral fere a democracia e viola a liberdade individual.
E mais. Fenaj e sindicatos afirmam que "jornalistas tΓͺm lado: o lado da democracia e dos direitos."
ReforΓ§am ainda... "NΓ³s sabemos de que lado estamos:"
1. Do lado da democracia.
2. Do lado da liberdade de imprensa.
3. Do lado dos direitos humanos.
4. Do lado das trabalhadoras e dos trabalhadores.
Portanto, que nenhum patrΓ£o babaca pense em tratar jornalistas como gado ou como manada de cavalos. Respeito Γ© bom e eu gosto!
Se nΓ£o quiser respeitar e for agir de forma criminosa, para isso existem as leis e o MinistΓ©rio PΓΊblico do Trabalho.
* A imagem (meramente...) ilustrativa tem o auxΓlio da I.A.
