Notícia caiu como uma "bomba" (ou seria um litrão de whisky? ) na cabeça da galera de "Deus, Pátria e Família"! Investigadores da Polícia Federal e do STF informam que mensagens apreendidas no celular de Daniel Vorcaro citam um ministro numa festa de arromba realizada no triplex do ex-dono do Banco Master (já liquidado), em 28 de fevereiro de 2025.
Uma cobrança posterior (dos "serviços") cita o nome "Kassio". Os investigadores avaliam que se trata do ministro Kassio Nunes Marques. Importante: As conversas não identificam Kassio como participante do festerê. Uma mensagem enviada por um funcionário de Vorcaro fala que ele cedeu um quarto para um "ministro com 5 meninas". Mas não menciona o nome do convidado.
Em nota, o ministro (claro!) negou tudo isso:
"O ministro nunca autorizou ninguém a falar em nome dele e não pode ser responsabilizado por conversas ou ações de terceiros".
Kassio ainda negou ter trocado mensagens com Vorcaro, pedido algo ao (ex)banqueiro ou votado a seu favor. Também afirmou que votou para manter o ex-dono do Master na prisão.
Então, sabe Deus (será que ele sabe?) quem era o tal "ministro" tanto citado. Fato é que numa das mensagens trocadas com um sujeito chamado Luiz Rennó, Vorcaro solta:
"Estou fazendo graça pra ministro em SP".
E veja só que coisa! De acordo com a jornalista Daniela Lima (no UOL), os diálogos descrevem, também, a organização do Festim:
Contratação de chef para um churrasco, convocação de mulheres e orientação para recolher os celulares das convidadas. Um relatório de despesas atribuído ao evento registra gastos de R$ 62,3 mil com alimentos, bebidas, insumos e equipe.
Um funcionário, identificado como Michael, informou a Vorcaro, via zap, quando a festa já estava bombando:
"Emprestei quarto do lado para o ministro com 5 meninas".
Em março de 2025, uma mulher identificada como Rayanna (que seria a intermediária das convidadas) mandou uma mensagem para Vorcaro pra cobrar 10 mil reais por uma delas: "Ela disse que ficou com o Kassio e tá me cobrando".
Veja alguns prints de conversas. Fonte: Polícia Federal




