E o que é que ele fez? Na primeira oportunidade, já "ciscou" com a ideia de tentar se articular como candidato à Presidência. Foi chamado de "traidor" pela turma de Alckmin, e recuou. Mas aí já tinha tomado gosto pela coisa e aproveitou a segunda oportunidade: se lançou, nessa segunda-feira, como pré-candidato ao governo de São Paulo. Isso porque o "padrinho político" dele, Alckmin, quer tentar a Presidência.
Ou seja, o - mais do que nunca - "prefake" de São Paulo se comporta como político profissional.

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