Quem diz não sou eu, esse humilde escriba, mas o povo - o povo - nas redes sociais: Estão chamando o banco ligado ao bispo Edir Macedo, o Digimais de "DIZIMAIS".
Poisintão ... reportagem do jornalista Cleber Lourenço, no ICL, já revelou que o governo de São Paulo (Tarcísio de Freitas, Republicanos) e a Prefeitura de São Paulo (Ricardo Nunes, MDB) autorizaram que o Digimais oferecesse empréstimos consignados aos funcionários públicos.
E para o banco (qualquer banco) é negócio com risco zero porque a parcela do empréstimo é descontada automaticamente do salário do servidor. Esse é um dos motivos pelos quais as instituições bancárias brigam tanto para ter a folha de pagamento de governos e de prefeituras.
O próprio banco apresenta esse produto, o crédito consignado: "O Banco Digi+ imiciou a originação de produtos de crédito consignado voltados para o funcionalismo público e para iniciativa privada, no ano de 2025, através de correspondentes bancários".
E mostra, na concentração por convênios, que o governo de São Paulo e a prefeitura de São Paulo lideram o recebimento desses empréstimos consignados:
Prefeitura de São Paulo.................. 60%
Governo de São Paulo.................... 25%
Crédito do Trabalhador/Priv........... 10%
Demais convênios........................... 5%
Bora lembrar que a Polícia Federal deflagrou a Operação Miragem para investigar um suposto esquema de fraude contábil, manipulação de balanços e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional no banco Digimais. A PF aponta que o banco ligado a Macedo replicou o modus operandi do extinto Banco Master para mascarar crises de liquidez.
As buscas dos agentes federais visam os principais executivos do banco. O bispo Edir Macedo não foi alvo direto dos mandados de busca por morar fora do Brasil.
Oh, Deus!
* Imagem ilustrativa feita com auxílio da I.A.
