A preferência da Globo nesse segundo turno já ficou explícita com aquele almoço no dia da entrevista com o candidato que condecora milicianos, Flávio Bolsonaro (PL). O candidato que "não acha importante" abrir o sigilo bancário para conhecimento do eleitor.
Você não acha importante saber isso? Eu acho. Quero saber o máximo que eu puder do cidadão que quer governar o meu país.
Dito isso, passemos ao último (e decisivo!) debate antes do segundo turno de 2026. Sabemos que o debate da BAND no último domingo foi um desastre. Virou um circo. Flávio Bozó (influenciado pelo "coach" Pablo Marçal) tentou transformar o programa numa briga na lama.
Mentiu muito. Como isso poderia ser resolvido? Evitar o nariz de Pinóquio do "frávio"? Fácil: Bastaria a Globo usar a checagem de fatos em tempo real.
Esse sistema de verificação já foi utilizado em 2024 nos Estados Unidos. A ABC News fez o chamado live fact-checking no debate Donald Trump x Kamala Harris. Os moderadores Linsey Davis e David Muir corrigiram as falsas alegações, no palco, ao vivo, checando as informações que eram passadas aos eleitores.
Importante: Nos EUA não é lei. As emissoras fazem se quiser. Mas fazer esse serviço para a população é uma das missões do jornalismo.
Foi uma novidade importante. Antes, os apresentadores não podiam [por decisão da própria ABC] corrigir os candidatos ao vivo.
Fica a dica para a TV Globo. Cientistas políticos e o povo pedem essa verificação em tempo real.
Mete a checagem ao vivo das falas.









