Veja a repercussão em alguns jornais:
PÁGINA 12 (Argentina) : "O comportamento ilegal das autoridades judiciais brasileiras serviu como álibi para o golpe de Michel Temer contra Dilma Rousseff em 2016, justificou a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva em 2018, e criou as condições para o triunfo do ultradireitista Jair Bolsonaro e sua ascensão como presidente”.
LE MONDE (França) : "A Lava Jato manobrou para evitar a eleição do ex-presidente Lula. [...] A condenação impediu que Lula, o favorito das intenções de voto na época, fosse candidato na eleição presidencial. Ele sempre reivindicou sua inocência e afirmou ser vítima de maquinações políticas, destinadas a impedi-lo de concorrer a um terceiro mandato após os de 2003 e 2010”.
EL PAÍS (Espanha) : "Moro acelerou as sentenças que condenaram uma centena de pessoas, entre elas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre uma pena de prisão em Curitiba desde o ano passado […] O que o The Intercept revela é que o atual ministro da Justiça orientou as investigações do chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, para facilitar as condenações, algo proibido pela Constituição e pelo Código Penal Brasileiro”.
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (Portugal) : “Para advogados e juízes ouvidos pela imprensa, o caso coloca em dúvida a imparcialidade de Moro, agora ministro da Justiça do governo liderado por Jair Bolsonaro, nos casos. Marco Aurélio Mello, que é um dos 11 membros do Supremo Tribunal Federal, sublinhou que ‘a equidistância do órgão julgador tem de ser absoluta’”.
LA JORNADA (México): "Os promotores encarregados da operação de combate à corrupção Lava Jato, liderada por Deltan Dallagnol, ‘falavam abertamente de seu desejo de evitar’ que o Partido dos Trabalhadores vencesse a eleição presidencial do Brasil de 2018. E o juiz Sergio Moro, agora poderoso ministro da Justiça do governo neofascista de Jair Bolsonaro, colaborou secretamente e sem ética’ com a equipe do Ministério Público para acertar o caminho para o agora presidente”.

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