Pelo voto de 13 horas ("repita!") 13 horas, do ministro Fux, fiquei com uma dúvida: Será que tudo aquilo que começou em dezembro de 2022 (com o planejamento, por exemplo, de bomba no aeroporto de Brasília) e chegou ao quebra-quebra do 8 de janeiro com os golpistas destruindo a Praça dos Três Poderes, não existiu? Quebraram, inclusive, a sede do STF, onde nesse 10 de setembro, um ministro votou contra a condenação dos chefes dessa quadrilha do golpe.
Pelo voto desse ministro, não houve tentativa de golpe. Aquela turba ignara, então, foi até a capital federal para fazer turismo. Ao chegar lá, esses "malucos" (assim os classificou o chefe do clã, Bozonaro) não gostaram do que viram ("ué, não tem praia nesse lugar. Só tem um lago. E artificial?!!!") e aí decidiram detonar tudo.
Mas, pelo o que foi afirmado nessa quarta-feira na sede do Supremo (volto a dizer, onde foi dito que não houve violência política nem física, de acordo com a eminência), aquilo tudo que a imprensa do planeta mostrou (talvez até o Marte News) não teve bagunça, não teve agito, não teve violência e, o mais importante, não teve tentativa de golpe.
Todas aquelas imagens, então, foram criadas por inteligência artificial, é isso, produção? Não houve organização, não teve chefe, não teve quem mandou... todo mundo é inocente. Nem advogado de defesa dos golpistas faria tão bem no julgamento.
As manifestações foram "pacíficas", é isso, doutor?
Que sonho maluco eu tive!





