"Não quebrei minha promessa com Neymar. Estávamos esperando o momento certo para colocá-lo em campo, e o plano era entre os 60 e 65 minutos [ou seja, mais ou menos ao 15 do segundo tempo], mas a equipe estava empatada e dominando completamente, e eu não quis quebrar o equilíbrio tático que havíamos alcançado.[...] A seleção brasileira manteve o equilíbrio no segundo tempo e melhorou o desempenho depois de empatar [foi aos 11 minutos do segundo tempo, gol de Casemiro], o que levou a manter a mesma escalação, sem substituições".
Martinelli fez o gol da vitória aos 95 minutos (50 minutos do segundo tempo). A vitória garantiu o Brasil nas oitavas de final. O jogo vai ser domingo às 5 da tarde com o adversário a ser definido.
Curioso isso: Ancelotti dizer que fez uma "promessa", "acordo" com o Menino Ney. Técnico não precisa fazer "acertos" com jogador. Na teoria (só na teoria...) ele convoca quem quer (oi?) e escala quem quer.
De qualquer maneira demonstrou personalidade ao deixar o Menino no banco. Carleto afirma que Ney Boy pode jogar mais de 15 minutos (nossa! Sensacional!) e que ele é uma "arma" para momentos difíceis.
Uma "arma" perigosa, hein, professor! Se o Menino não está 100% na forma física nem 100% em ritmo de jogo, como ele vai "resolver" uma partida?
Arriscado. Muito arriscado!
* A imagem tem o auxílio da I.A.
